Fados de Coimbra. Perdão… No Coimbra
Foi
no passado mês de Outubro, no dia oito para ser mais preciso, que houve fados de no Coimbra. De Coimbra, ou talvez não (as fotos não têm som), o Coimbra
encheu-se de fados, “fadistas”, guitarradas, petiscos e muita gente. Ao que
consta, esta iniciativa terá sido da responsabilidade de “dois novos residentes”,
o Paulo e a Isabel, cabendo o papel principal, o de fadista, ao carteiro lá da
freguesia, o Manel Cruz (a quem deixo um grande abraço, pessoa de quem já fui
colega de trabalho, mas a quem desconhecia tal faceta). Para que os créditos
não caíssem todos em mão alheia, esta noite de fados contou, ainda, com a
participação de fadistas da terra, nomeadamente o próprio Coimbra, fazendo as honras
da “Casa”, o Manuel Pereira, também ele oriundo de raízes locais, e de mais
alguns, dos quais não disponho de nomes, deixando, por isso, um pedido de
desculpas e simultaneamente um agradecimento. Como isto dos fados é para
demorar, não fossem os participante, acompanhantes e respectiva assistência ficar
com o estômago a “dar horas”, é claro que não faltou o famoso caldo verde, o
chouriço assado e as bifanas, entre outros, por certo bem regados com uma boa “pinga”
ou uma saborosa bjeca, não fosse a noite começar a arrefecer…
É
sempre agradável saber que iniciativas deste género se vão criando e repetindo
por estas bandas. Depois de tudo isto, mesmo sem estar presente, acho que já se
consegue ouvir o som da guitarra, a voz do poeta, e o cheirinho do pingo a cair
nas brasas…
por repórter Z com fotos gentilmente cedidas por uma “conterrânea
de gema”